quarta-feira, 4 de junho de 2008

Qual o perfil do administrador?

Num ambiente competitivo, o atual administrador deve ter bem claro em sua mente qual seu papel; que conhecimentos ele deve ter e reciclar para se preparar para os novos desafios e as habilidades que lhe serão exigidas.

A maioria dos estudos na área de administração apresenta um cenário baseado na competitividade, na busca pela qualidade e pela produtividade. Para isso, o administrador precisa de uma série de qualidades individuais e profissionais para ajudar as organizações a alcançar seus objetivos; qualidades estas que vêm sendo cada vez mais valorizadas, considerando-o como um ser dinâmico e sistêmico, capaz de interagir, de participar ativamente na vida da organização, mesmo com todo o advento da tecnologia.

Para o Coordenador do Curso de Administração da Anhanguera - unidade Bauru, professor Alexey Carvalho, o administrador deve ser um estrategista capaz de conduzir sua equipe aos objetivos da organização, assim como, ser hábil para tomar decisões assertivas, com base em conhecimentos generalistas e específicos de sua área de atuação.

Mercado de trabalho

Os administradores podem trabalhar como técnicos de funções administrativas ou em cargos de liderança como gerentes e executivos. Como empreendedores, os administradores podem gerir seus próprios negócios ou podem atuar como consultores especializados em assuntos relacionados à administração organizacional.



segunda-feira, 26 de maio de 2008

Por que a Atitude é tão importante...

Atletas e executivos bem-sucedidos sabem que em condições normais de competição, manter uma atitude positiva é como dispor de uma arma secreta para determinar a vitória.
Você sabia que existem dois tipos de profissionais?

1. As que purificam: são aquelas que fazem tudo a sua volta ficar melhor, acreditam que tudo dará certo, não importa que tipo de atmosfera encontrem. Elas ouvem as palavras tóxicas dos poluidores, como os demais, mas as filtram antes de passar adiante. O que lhes chega pode ser poluído e negativo, mas o que sai delas é fresco e límpido.

2. As que poluem: são como chaminés, soltando fumaça o tempo todo. Elas detestam céu limpo, e não importa quão bom esteja o ar, encontram uma maneira de fazer tudo ficar melancólico. Quando as pessoas da organização inalam suas toxinas, adoecem gradativamente.
O efeito da atitude é crucial. Quando ela é negativa acabam por poluir o meio e tornar as pessoas melancólicas, mas quanto positiva, ajuda a ampliar suas possibilidades de sucesso.

terça-feira, 6 de maio de 2008

(Des)Atendimento ao Cliente

Domingo à tarde, nada melhor que passear com a família no shopping. Lá estava eu, olhando as vitrines, completamente de bobeira e sem compromisso. Entro na livraria – meu destino favorito – e paro, primeiramente, na seção de revistas. Em menos de dez segundos, uma atendente me aborda com um grande sorriso nos dentes: “Boa tarde, senhor! Está procurando alguma coisa específica?”. Educadamente, respondi com o tradicional “estou apenas olhando, obrigado”.

A atendente se coloca à disposição e me entrega uma fichinha com o seu nome e um código, algo de extremo mau gosto (a moda nessa livraria é entregar essas fichas para que as vendas sejam computadas ao atendente, independente dele prestar um atendimento ao cliente ou não). Seleciono três revistas, e me dirijo à seção de livros de negócios. Ao me ver, a mesma atendente me aborda novamente: “chegaram muitas novidades essa semana! Está procurando algum título específico?”. Começo a pensar que ela é dotada de algum tipo de radar, ou sensor de movimento. Dispenso outra vez a sua ajuda com a mesma cordialidade, e inicio a leitura da contra-capa de um livro de marketing. “Quer uma cestinha pra colocar as revistas?”, quase grita no meu pé do ouvido, sempre sorrindo. “Isso não pode estar acontecendo”, penso eu. Mais uma vez, agradeço a atendente, e me dirijo ao fundo da livraria, com a intenção de me esconder e poder ler em paz a sinopse do livro. “Agora eu me livro dela”, falo com os meus botões.
Encontro uma confortável cadeira, sento-me e cruzo as pernas. Acho fantástico esse ambiente que as livrarias modernas inventaram para nos deixar bastante à vontade. O livro de marketing não era lá essas coisas. Começo a folhear as páginas de um almanaque dos anos 80 que alguém havia deixado na mesa à minha frente. Que interessante! Tinha o Bozo, o Ploc Monster, a Turma do Balão Mágico... “O SENHOR JÁ VIU O ALMANAQUE DOS ANOS 70?”, me desperta do transe nostálgico a maldita sorridente. “Não, obrigado!”, respondo já sem paciência. Pior do que a falta de atenção ao cliente, só o excesso de atenção ao cliente. As empresas acreditam que impondo metas ou cotas de vendas a seus atendentes irão vender mais. Ledo engano. Fazendo isso, só conseguem transformá-los em chatos de galochas.
É preciso deixar um espaço para os clientes respirarem. O processo de compra não é algo linear que começa com “Olá! Posso ajudá-lo?” e termina com “Muito obrigado e volte sempre!”. Envolve variáveis tão desconexas quanto lembrar da infância (eu estava quase comprando o almanaque dos anos 80!), ou imaginar o que a turma da faculdade vai achar do “meu novo computador”.
Empresas, aprendam de uma vez: deixem seus clientes à vontade!Fim da história: despistei a atendente sorridente, deixei as revistas e o almanaque dos anos 80 em uma prateleira e saí da loja de mãos abanando.* Esse episódio é verídico e ocorreu em uma loja de uma grande rede nacional de livrarias, que recentemente foi comprada por outra rede maior ainda.
Autor: Leandro Vieira
Esse é um artigo de um colega da net.. acho que nen presiso comentar.. então preferi coloca-lo na integra.
Até a próxima

terça-feira, 29 de abril de 2008

O Brasil precisa é de cultura musical

Queria que todos, ao menos uma vez no mês, ouvisse uma coletânea de cd´s românticos. Sentiriam o coração pulsar no peito de cada ser humano e entenderiam a necessidade de cada um. Descobririam que fazemos parte de um conto de fadas, sonhando com o príncipe que luta conta a injustiça, que derrota dragões, que chega trazendo a esperança de um povo após uma dura batalha sangrenta.
Ah, se todos ouvissem mais bossa nova, acredito que ao fim da tarde todos se sentariam em torno de uma mesinha e falariam da boemia, das noites passadas em que entoaram Noel rosa e tom Jobim. Tocariam violões e passariam essa tradição a gerações.
Mas moro no Brasil, onde os pais tocam trash-metal, enquanto seus filhos são embalados por canções de ninar. Onde o rap do subúrbio não tem forças para chegar ao planalto para criticar a banda dos playboys que gravaram seu novo cd. Melhor não ouvir pop!

Ah, se pais e filhos ouvissem Renato, e suas criticas fossem realmente levadas a serio... Pois bem, Poetas morrem, quem sabe se foi melhor assim? Talvez Raul seixas, Cazuza não conseguiriam entender essa piscina de ratos e se matariam de desgosto vendo tamanha injustiça em um país que faz criticas a si próprio, mas termina sempre na mesma mesa de bar tomando whisky, e embebedando ao som caipira. Quanta hipocrisia... É por isso que jovens cantam led zeppelin e escutam Pink floyd. Quem sabe, buscar alguma ideologia estrangeira me faça sentir o futuro do meu pais.
Esqueça a idéia de se ouvir musicas românticas eu queria era ouvir mais reggae, e ter a calma para tratar assuntos diplomáticos antes de estourar uma bomba, queria entender o que realmente significa paz e amor, natureza verde. Será que nenhuma banda consegue tocar o som que a população quer ouvir? Haja samba....


Texto produzido por
Janderson de Jesus dos santos

terça-feira, 15 de abril de 2008

Palavras que Vendem

Como pós-graduando em Marketing e Vendas, quero compartilhar a vocês que acompanham o blog, "As Palavras Que Vendem".
Saber vender não é, simplismente fazer justiça ao nome VENDE-DOR. Um bom vendedor e aquele que consegue suprir as necessidades do cliente sem ser chato e incoveniente, mantendo um relacionamento parcialmente amigável.
Algumas pessoas dizem, "Caramba, aquele vendedor é tão bom que vende até geladeira para esquimó!" . Bom Mas será que o esquimó presisa de geladeira? Creio que esse esquimó nunca mais voltará a comprar desse vende-dor!
Então vai ai umas dicas para quem quer ter sucesso na hora da Venda!
Palavras Que Vendem
1-Nome do cliente: Todo mundo gosta de ouvir o nome sendo pronunciado, procure perguntar o nome do cliente no inicio da venda, e fale várias vezes o nome dele durante a negociação.
2-Diminuir / Eliminar / Evitar: "Com esse produto o senhor irá diminuir 20% das suas despesas", "Creio que o senhor evitará gastos extras adquirido esse produto".
3-Como: "Deixe lhe mostrar Como o senhor pode economizar com esse produto".
4-Mais: "Juntando a qualidade do produto, mais a utilidade, mais o tempo que ele está no mercado, verá que o preço está correto!"
5-Fácil: "Veja como é fácil manusear esse produto."
6-Sucesso: "Esse produto, é sucesso por onde passa."
7-Concorda: "O senhor concorda que não há nada melhor hoje no mercado?"
8-Desconto: "Vou brigar com o gerente por um desconto maior para o senhor!"
9-Economia: "Pense na economia que o senhor irá obter adquirindo nossos serviços."
10-Merece: "O senhor merece o melhor, e é por isso que nós vendemos esse produto."
Espero que tenha coloborado para seu crescimento profissional e intelectual. Até a próxima!!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Vamos Colecionar Coisas Certas???


O mundo tem visto algumas coleções estranhas. Há alguma coisa inata na natureza humana que a leva a desejar colecionar coisas? As pessoas colecionam todas as espécies de coisas interessantes: quadros, esculturas, selos, armas, bonés, canetas.


Um cidadão norte-americano coleciona barbante desde 1950. Quando li a respeito disso, sua bola de barbantes media mais de três metros de diâmetro e pesava cinco toneladas.
Uma vez encontrei um homem em Dallas, no Texas, que tinha colecionado mais de quatro mil chaves de hotel. Ele me contou que um outro colecionador tinha mais de dez mil.

Mas talvez o prêmio para a coleção mais extravagante é de um dentista italiano que, em 1903, tinha uma coleção de 2.000.744 dentes.

Que espécie de coleção você está formando em sua vida. Não seria muito melhor colecionarmos ações e não coisas?