quarta-feira, 11 de junho de 2008

A Droga do Brasil

Você conhece a "ayahuasca"? "Santo Daime"? Não???

Essa Planta de origem da Amazônia, já foi vitima da biopirataria. Em 1986, Miller Lorem, patenteou a planta com o titulo de Banisteriopsis caapi, 'Da Vine'.
Pra voçê intender sobre o que estou falando, quero lhe contar que essa planta e usada pelos pajes em rituais religiosos. O chá da planta causa alucinações e acredita-se poder ver e conversar com parentes mortos e almas que vagam, blá, blá, blá.
A deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), conseguiu convencer o nosso magistral ministro da cultura, Gilberto Gil, a encaminhar o projeto de lei que classificará o chá ayahuasca, (que faz ver duendes) como patrimônio cultural do país.

A deputada afirma que nunca tomou o chá, mas que seu marido, chefes, e assessores, tomaram e foram muito bem aceitos juntos as almas de seus entes falecidos.
Perpétua afirma que seu marido pode reencontrar o pai que faleceu quando ele era criança.Essa deputada é o tipo de pessoa que merece trabalhar na política. Quando ela pega um caso, ela resolve! Eta mulher de resultado. Mesmo que para isso tenha que fazer todos os seus familiares e amigos em volta como cobaia, inclusive o nosso Gilberto.

Mas tudo bem, ayahuasca não é droga mesmo. Pelo menos é o que o conselho nacional de anti-drogas diz.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Midias Sem Midia

Não posso deixar de desabafar sobre o que está acontecendo com a mídia nos últimos tempos.

Ontem fui surpreendido ao saber que a capa de uma revista de circulação nacional colocou dois militares homossexuais. Até ai tudo bem, não quero opinar contra a opção sexual dos dois, mas o que me deixa mais intrigado e saber que a CPI dos cartões corporativos foi encerrada e não indicou nenhum culpado.

O que me parece é que o governo está ofuscando essas irregularidades colocando assuntos polêmicos nas principais mídias do Brasil. Primeiro o caso da menina que foi lançada de um prédio, agora o caso dos homossexuais. Será que as revistas, programas de televisão está sem roteiro para suas apresentações? Não, porque se tiver, eu faço questão de mandar uma lista de assuntos que devem ser pautados. Que tal falar um pouco sobre Dilma rousseff, anthony garotinho, Cartões de vale-transporte lá do congresso?

Sinto que os telespectadores, em grande maioria, não estão nem olhando as coisas por esse lado. Bom, acredito que os assuntos estão sendo evitados, em pleno ano político, onde a pipoca ta estourando, mas a panela está fechada.

É de se espantar, como que esses assuntos só aparecem quando acontece algum escândalo político. Vou continuar fingindo que está tudo bem, que não está havendo nenhuma propina bancando essas mídias e que os assuntos tratados nos programas são de interesse do povo brasileiro. Agora entendo porque a “mídia” está tão preocupada em defender a liberdade de expressão. Só pode ser porque tem alguém controlando. Cadê a ética? Cadê a Coragem? O Brasil quer saber a verdade!

Qual o perfil do administrador?

Num ambiente competitivo, o atual administrador deve ter bem claro em sua mente qual seu papel; que conhecimentos ele deve ter e reciclar para se preparar para os novos desafios e as habilidades que lhe serão exigidas.

A maioria dos estudos na área de administração apresenta um cenário baseado na competitividade, na busca pela qualidade e pela produtividade. Para isso, o administrador precisa de uma série de qualidades individuais e profissionais para ajudar as organizações a alcançar seus objetivos; qualidades estas que vêm sendo cada vez mais valorizadas, considerando-o como um ser dinâmico e sistêmico, capaz de interagir, de participar ativamente na vida da organização, mesmo com todo o advento da tecnologia.

Para o Coordenador do Curso de Administração da Anhanguera - unidade Bauru, professor Alexey Carvalho, o administrador deve ser um estrategista capaz de conduzir sua equipe aos objetivos da organização, assim como, ser hábil para tomar decisões assertivas, com base em conhecimentos generalistas e específicos de sua área de atuação.

Mercado de trabalho

Os administradores podem trabalhar como técnicos de funções administrativas ou em cargos de liderança como gerentes e executivos. Como empreendedores, os administradores podem gerir seus próprios negócios ou podem atuar como consultores especializados em assuntos relacionados à administração organizacional.



segunda-feira, 26 de maio de 2008

Por que a Atitude é tão importante...

Atletas e executivos bem-sucedidos sabem que em condições normais de competição, manter uma atitude positiva é como dispor de uma arma secreta para determinar a vitória.
Você sabia que existem dois tipos de profissionais?

1. As que purificam: são aquelas que fazem tudo a sua volta ficar melhor, acreditam que tudo dará certo, não importa que tipo de atmosfera encontrem. Elas ouvem as palavras tóxicas dos poluidores, como os demais, mas as filtram antes de passar adiante. O que lhes chega pode ser poluído e negativo, mas o que sai delas é fresco e límpido.

2. As que poluem: são como chaminés, soltando fumaça o tempo todo. Elas detestam céu limpo, e não importa quão bom esteja o ar, encontram uma maneira de fazer tudo ficar melancólico. Quando as pessoas da organização inalam suas toxinas, adoecem gradativamente.
O efeito da atitude é crucial. Quando ela é negativa acabam por poluir o meio e tornar as pessoas melancólicas, mas quanto positiva, ajuda a ampliar suas possibilidades de sucesso.

terça-feira, 6 de maio de 2008

(Des)Atendimento ao Cliente

Domingo à tarde, nada melhor que passear com a família no shopping. Lá estava eu, olhando as vitrines, completamente de bobeira e sem compromisso. Entro na livraria – meu destino favorito – e paro, primeiramente, na seção de revistas. Em menos de dez segundos, uma atendente me aborda com um grande sorriso nos dentes: “Boa tarde, senhor! Está procurando alguma coisa específica?”. Educadamente, respondi com o tradicional “estou apenas olhando, obrigado”.

A atendente se coloca à disposição e me entrega uma fichinha com o seu nome e um código, algo de extremo mau gosto (a moda nessa livraria é entregar essas fichas para que as vendas sejam computadas ao atendente, independente dele prestar um atendimento ao cliente ou não). Seleciono três revistas, e me dirijo à seção de livros de negócios. Ao me ver, a mesma atendente me aborda novamente: “chegaram muitas novidades essa semana! Está procurando algum título específico?”. Começo a pensar que ela é dotada de algum tipo de radar, ou sensor de movimento. Dispenso outra vez a sua ajuda com a mesma cordialidade, e inicio a leitura da contra-capa de um livro de marketing. “Quer uma cestinha pra colocar as revistas?”, quase grita no meu pé do ouvido, sempre sorrindo. “Isso não pode estar acontecendo”, penso eu. Mais uma vez, agradeço a atendente, e me dirijo ao fundo da livraria, com a intenção de me esconder e poder ler em paz a sinopse do livro. “Agora eu me livro dela”, falo com os meus botões.
Encontro uma confortável cadeira, sento-me e cruzo as pernas. Acho fantástico esse ambiente que as livrarias modernas inventaram para nos deixar bastante à vontade. O livro de marketing não era lá essas coisas. Começo a folhear as páginas de um almanaque dos anos 80 que alguém havia deixado na mesa à minha frente. Que interessante! Tinha o Bozo, o Ploc Monster, a Turma do Balão Mágico... “O SENHOR JÁ VIU O ALMANAQUE DOS ANOS 70?”, me desperta do transe nostálgico a maldita sorridente. “Não, obrigado!”, respondo já sem paciência. Pior do que a falta de atenção ao cliente, só o excesso de atenção ao cliente. As empresas acreditam que impondo metas ou cotas de vendas a seus atendentes irão vender mais. Ledo engano. Fazendo isso, só conseguem transformá-los em chatos de galochas.
É preciso deixar um espaço para os clientes respirarem. O processo de compra não é algo linear que começa com “Olá! Posso ajudá-lo?” e termina com “Muito obrigado e volte sempre!”. Envolve variáveis tão desconexas quanto lembrar da infância (eu estava quase comprando o almanaque dos anos 80!), ou imaginar o que a turma da faculdade vai achar do “meu novo computador”.
Empresas, aprendam de uma vez: deixem seus clientes à vontade!Fim da história: despistei a atendente sorridente, deixei as revistas e o almanaque dos anos 80 em uma prateleira e saí da loja de mãos abanando.* Esse episódio é verídico e ocorreu em uma loja de uma grande rede nacional de livrarias, que recentemente foi comprada por outra rede maior ainda.
Autor: Leandro Vieira
Esse é um artigo de um colega da net.. acho que nen presiso comentar.. então preferi coloca-lo na integra.
Até a próxima

terça-feira, 29 de abril de 2008

O Brasil precisa é de cultura musical

Queria que todos, ao menos uma vez no mês, ouvisse uma coletânea de cd´s românticos. Sentiriam o coração pulsar no peito de cada ser humano e entenderiam a necessidade de cada um. Descobririam que fazemos parte de um conto de fadas, sonhando com o príncipe que luta conta a injustiça, que derrota dragões, que chega trazendo a esperança de um povo após uma dura batalha sangrenta.
Ah, se todos ouvissem mais bossa nova, acredito que ao fim da tarde todos se sentariam em torno de uma mesinha e falariam da boemia, das noites passadas em que entoaram Noel rosa e tom Jobim. Tocariam violões e passariam essa tradição a gerações.
Mas moro no Brasil, onde os pais tocam trash-metal, enquanto seus filhos são embalados por canções de ninar. Onde o rap do subúrbio não tem forças para chegar ao planalto para criticar a banda dos playboys que gravaram seu novo cd. Melhor não ouvir pop!

Ah, se pais e filhos ouvissem Renato, e suas criticas fossem realmente levadas a serio... Pois bem, Poetas morrem, quem sabe se foi melhor assim? Talvez Raul seixas, Cazuza não conseguiriam entender essa piscina de ratos e se matariam de desgosto vendo tamanha injustiça em um país que faz criticas a si próprio, mas termina sempre na mesma mesa de bar tomando whisky, e embebedando ao som caipira. Quanta hipocrisia... É por isso que jovens cantam led zeppelin e escutam Pink floyd. Quem sabe, buscar alguma ideologia estrangeira me faça sentir o futuro do meu pais.
Esqueça a idéia de se ouvir musicas românticas eu queria era ouvir mais reggae, e ter a calma para tratar assuntos diplomáticos antes de estourar uma bomba, queria entender o que realmente significa paz e amor, natureza verde. Será que nenhuma banda consegue tocar o som que a população quer ouvir? Haja samba....


Texto produzido por
Janderson de Jesus dos santos