Quando andamos nas ruas somos “bombardeados” a todo tempo por propagandas, anúncios, liquidações tentadoras, inaugurações de lojas com preços imbatíveis, e um simples passeio por um centro movimentado de uma cidade pode resultar em debito na sua conta bancaria. Mais e mais empresas investem alto em formulas que sejam capazes de despertar o desejo de compra dos consumidores. E para isso vale tudo, desde uma simples olhada, desde descontos, brindes extras, test drivers. Hoje você pode comprar, usar e se não gostar, você recebe o dinheiro de volta.
E na internet não poderia ser diferente. Um site de relacionamento, pode lhe induzir a comprar uma camiseta, um tênis, uma conta de e-mail, musicas em formato mp3. Na internet se acha de tudo. A rede mundial de computadores interligados através da internet já soma um total de 747 milhões de usuários e 100 milhões de sites dos mais variados estilos. Sendo assim se você evitou passar na frente de uma loja porque não queria ver as promoções, mas utiliza a internet com freqüência, você tem grandes chances de ver a loja “passar na sua frente.”
A web funciona, como uma enorme vitrine virtual, que possibilita usuários dos quatro cantos do globo terrestre, ver, comparar preços, comprar e receber o produto em casa.
E vale tudo para chamar a atenção dos consumidores; cores chamativas, mascotes, produtos de preferência em exposição privilegiada, o importante é ter tudo, com facilidade de pagamento, e agilidade na entrega. Com uma década de aprendizado as empresas se tornaram não só uma loja de vendas mas também uma empresa de consultoria para seus clientes, com dicas de moda, tecnologia, saúde, etc. De acordo com o diretor da loja virtual Buscapé, “não vale apenas vender a vara, é necessário ensinar a pescar”.
Dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) mostram que em 2006 o número de empresas que iniciaram seus serviços com o varejo eletrônico oscilou entre 25 mil e 30 mil, contra os cerca de 15 mil computados em 2005. As empresas começaram a difundir sua imagem em todos os cantos. Até a empresa que não tem perspectiva nenhuma de venda na internet, abre seu espaço para ficar mais perto dos internautas.
No Ano passado(2008), mesmo com rumores de uma crise internacional, o Brasil faturou 30% a mais com o comercio eletrônico em relação ao ano de 2007. Foram R$ 8,2 bilhões de reais. A confiança que a internet vem recebem de seus usuários é uma importante aliada a elevação dos números ano a ano. Outro importante ponto a ser lembrado, é que com a entrada de grandes redes varejistas no comercio eletrônico, trouxeram junto a fidelidade de alguns consumidores que associam a marca da loja física a da loja virtual.
Mais de 84% do publico que hoje compra pela internet é composto pelas classe A e B. É um publico extremamente seleto que gosta de comprar conforto, beleza, artigos de decoração e de facilidade domestica. Considerando a quantidade de pedidos, os produtos mais vendidos pela internet são os livros, com 17% de participação, seguidos de produtos de informática, com 13%, e dos eletrônicos, com peso de 10%.
As pessoas que ainda se sentem acanhadas em fazer negociações via net, alegando falta de segurança, ou desconforto, podem ficar tranqüila. Hoje existem órgãos responsáveis em zelar pela segurança do usuário afim de dar mais tranqüilidade e segurança.Sendo assim, se temos um ambiente de compra e venda, com um elevado numero de clientes potenciais, com segurança, e um grande mix de produtos com facilidade no pagamento e na entrega, as empresas e o e-commerce só tem a comemorar, porque se cair na rede, é lucro.
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